Sejam Bem Vindos

Saibam que Deus ama a todos vocês. que ele derrame suas graças sobre todos.

terça-feira, 20 de abril de 2010

FESTIVIDADE DO BOM PASTOR.....EM MARITUBA................
    VENHA PARTICIPAR!!!

terça-feira, 16 de março de 2010

A Mística que conduz a Vida Consagrada

No evangelho são muitas as palavras e gestos de Cristo, que iluminam o sentido desta vocação especial: a vida consagrada.
O Papa João Paulo II no documento sobre a Vida Consagrada “Vita Consecrata”, nos diz que se torna útil fixar o olhar no rosto resplandecente de Cristo, no mistério da Transfiguração (Mt 17,1-8); que convida a oração como Jesus no “monte”.
Implica um “subir no monte” e um “descer do monte”: os discípulos que gozaram da intimidade do Mestre, envolvidos pelo esplendor da vida trinitária, e da comunhão dos santos, como que arrebatados até ao limiar da eternidade, são reconduzidos logo a seguir a realidade cotidiana, onde vêem “apenas Jesus” na humildade da sua natureza humana, e são convidados a regressar ao vale para partilharem com ele o peso do desígnio de Deus e empreender corajosamente o caminho da cruz.
O episódio da Transfiguração assinala um momento decisivo no mistério de Jesus. É um evento de revelação que consolida a fé no coração dos discípulos, prepara-os para o drama da cruz e antecipa a glória da ressurreição. É um episódio misterioso revivido incessantemente pela Igreja, povo a caminho do encontro escatológico com o seu Senhor. Como os três apóstolos escolhidos, a Igreja contempla o rosto de Cristo, para se confirmar na fé e não correr o risco de afundar ao ver o rosto desfigurado na cruz. Em ambos os casos, a Igreja é a Esposa na presença do Esposo, que participa do seu mistério, envolvida pela sua luz.
Esta luz atinge todos os seus filhos, todos igualmente chamados a seguir a Cristo, onde está o sentido último da própria vida e dizer com o apóstolo Paulo: “Para mim, o viver é Cristo” (Fl 1,21). Mas uma singular experiência dessa luz que dimana do Verbo encarnado é feita pelos que são chamados a Vida Consagrada. Na verdade, a profissão dos conselhos evangélicos coloca-os como sinal e profecia para a comunidade dos irmãos e para o mundo. Como Pedro podem dizer: “Senhor, é bom estarmos aqui” (Mt 17,4). Estas palavras manifestam a tensão cristocêntrica de toda a vida cristã, exprimem o caráter totalizante que constitui o dinamismo profundo da vocação a Vida Consagrada: “Como é bom estarmos contigo, dedicarmo-nos a ti, concentrar a nossa existência exclusivamente em ti!”. Quem recebeu a graça desta especial comunhão de amor com Cristo, sente-se de certa forma arrebatado pelo seu fulgor: “Ele é o mais belo dos homens” (Sl 45/44,3), o Incomparável.
Aos três discípulos extasiados chega o apelo do Pai a que se ponham a escuta de Cristo: “Este é o meu Filho muito amado: escutai-O” (Mt 17,5b), para que depositem nele toda a confiança, façam dele o centro da vida. A luz desta palavra que vem do alto, adquire nova profundidade o convite que Jesus lhes fizera, no início de sua vida pública, quando os chamara a segui-Lo, arrancando-os a sua vida normal e acolhendo-os na sua intimidade. É desta graça especial de intimidade que brota, na Vida Consagrada, a possibilidade e a exigência do dom total de si mesmo na profissão dos conselhos evangélicos. Estes são mais do que renúncia, mas sim um acolhimento específico do mistério de Cristo, vivido no seio da Igreja.
Para a Vida Consagrada está confiada a missão de indicar o Filho de Deus feito homem como meta escatológica para onde tudo tende, o esplendor perante o qual qualquer luz empalidece, a beleza infinita, a única que pode saciar o coração do homem. Na Vida Consagrada não se trata de seguir Cristo de todo o coração, amando-O “mais que o pai ou a mãe, mais do que o filho ou a filha” (Mt 10,37), como é pedido a todo discípulo, mas trata de viver e exprimir isso com uma adesão “conformativa” a Cristo da existência inteira, que antecipa a perfeição escatológica.

segunda-feira, 1 de março de 2010

                                                                                                                     



Campanha da Fraternidade de 2010 será ecumênica





CNBB

"Receba nosso agradecimento pela clarividência da CNBB na decisão de realizar a Campanha da Fraternidade Ecumênica em 2010". Com estas palavras, o presidente do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), pastor Carlos Möller, recebeu do presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, a comunicação de que a Assembléia dos Bispos aprovou, em maio, o pedido de mais uma Campanha da Fraternidade Ecumênica em 2010. Será a terceira vez que a Campanha se realizará em conjunto com outras Igrejas. A primeira foi em 2000 e a segunda em 2005.A comunicação foi feita durante a visita da Presidência da CNBB ao CONIC, na tarde desta segunda-feira, 20. Na ocasião, Dom Geraldo Lyrio Rocha entregou ao pastor Möller o livro com os discursos que o Papa Bento XVI fez no Brasil durante sua viagem ao país em maio.Num clima descontraído e de muita liberdade, os religiosos abordaram outras questões ligadas à atuação da CNBB e do CONIC que, neste ano, comemora 25 anos. Ambas as instituições demonstraram a preocupação e o desejo de ampliar o diálogo com as Igrejas Pentecostais. Recordaram que há lideres de algumas dessas Igrejas que já mantêm contato com o CONIC. Segundo informou o secretário executivo do CONIC, reverendo Luiz Alberto, está sendo preparada, também, uma Declaração por meio da qual as Igrejas-membro do Conselho reconhecerão, conjuntamente, o batismo ministrado validamente nas Igrejas cristãs. Isto significa que quem já foi batizado não será rebatizado nas Igrejas-membro do CONIC. Essa já é a prática de algumas Igrejas, como por exemplo, a Católica, Anglicana e Luterana. O Presidente do CONIC lembrou, ainda, a comemoração dos 25 anos da entidade da qual a CNBB é co-fundadora. Para celebrar a data será realizado, de 15 a 17 de setembro, o Seminário Ecumenismo e Missão – Para que todos sejam um. O Seminário será precedido por uma reunião dos presidentes das seis Igrejas-membro do CONIC. Nessa reunião, os religiosos deverão discutir a formação ecumênica dos candidatos ao ministério ordenado de cada Igreja, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010. "Agradeço, em nome do CONIC, esta visita que vem reafirmar o compromisso do ecumenismo. Esse gesto alimenta o que acontece há 25 anos entre o CONIC e a CNBB que é refletir e agir conjuntamente, como no caso da Campanha da Fraternidade", disse o presidente, pastor Möller. "O CONIC continua com uma casa aberta a serviço do diálogo, do ecumenismo", completou.Além dos presidentes do CONIC e da CNBB, estavam presentes o vice-presidente da CNBB e arcebispo de Manaus (AM), Dom Luiz Soares Vieira; o secretário geral da CNBB e bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Dimas Lara Barbosa, o secretário executivo do CONIC, reverendo Luiz Alberto Barbosa, da Igreja Anglicana; o primeiro vice-presidente do CONIC e arcebispo de Montes Claros (MG), Dom José Alberto Moura; o assessor da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo Interreligioso da CNBB, Padre Marçal Maçaneiro e o secretário executivo adjunto do CONIC, Padre Gabrielli

dispedida da querida ir.EDILEUZAgrande exemplo de MISSIONÁRIA...Deus te abençoe!!!!


 EAO LADO DELA TODOS OS VOCACIONADOS DA PÁRÓQUIA BOM PASTOR..............quase todos....
O que quer dizer Quaresma?




A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.



Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.



Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.



Qual o significado destes 40 dias?


Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer
  

 O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?




A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.



Ainda é costume jejuar durante este tempo?




Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.



Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.



O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.



O que é a Campanha da Fraternidade?


O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.




A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.



Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.



Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades



Como começou a Campanha da Fraternidade?




Em 1961, três padres responsáveis pela Cáritas Brasileira idealizaram uma campanha para arrecadar fundos para as atividades assistenciais e promocionais da instituição e torná-la autônoma financeiramente. A atividade foi chamada Campanha da Fraternidade e realizada pela primeira vez na quaresma de 1962, em Natal-RN, com adesão de outras três Dioceses e apoio financeiro dos Bispos norte-americanos. No ano seguinte, 16 Dioceses do Nordeste realizaram a campanha. Não teve êxito financeiro, mas foi o embrião de um projeto anual dos Organismos Nacionais da CNBB e das Igrejas Particulares no Brasil, realizado à luz e na perspectiva das Diretrizes Gerais da Ação Pastoral (Evangelizadora) da Igreja em nosso País.



Este projeto se tornou nacional no dia 26 de dezembro de 1963, com uma resolução do Concílio Vaticano II, a maior e mais importante reunião da igreja católica. O projeto realizou-se pela primeira vez na quaresma de 1964. Ao longo de quatro anos seguidos, por um período extenso em cada um, os Bispos ficaram hospedados na mesma casa, em Roma, participando das sessões do Concílio e de diversos momentos de reunião, estudo, troca de experiências. Nesse contexto, nasceu e cresceu a Campanha da Fraternidade.



Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?



A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.



Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.



Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?



As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da Semana Santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.



Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.



Depois, vem a celebração da Sexta-feira da Paixão, também conhecida como sexta-feira santa, que celebra a morte do Senhor, às 15 horas. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.



No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.



sábado, 27 de fevereiro de 2010

UMA HISTÓRIA

Sussuro 
Um homem sussurrou: “Deus, fala comigo!” E então cantou um passarinho. Mas o homem não escutou Então o homem gritou: "Deus, fala comigo!", e então se ouviram trovões através de um colchão de nuvens. Mas, de novo, o homem não escutou... O homem olhou ao seu redor e disse: "Deus, deixe-me vê-Lo." E uma estrela brilhou no firmamento como nunca havia brilhado. Mas o homem não olhou para o céu e não a viu... Então, o homem indignado, fortemente gritou: "Deus, deixe-me ver um milagre!" E nasceu seu filho! Mas o homem não se deu conta da nova e irrepetível vida que começava. Isto nos deve recordar que Deus sempre está ao nosso lado, em todos, no grande e no singelo, até nas coisas que não prestamos muita atenção.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

UMA HISTÓRIA..

UM SENHOR JUDEU MUITO PIEDOSO ANDAVA PREOCUPADO COMO O FILHO E ACHAVA QUE AS NOVAS GERAÇÕES NÃO RESPEITAM O MAIS IDOSOS E NEM OBSERVAVAM COM ATENÇÃO AQUILO QUE ELES ENSINAM. O FILHO DELE QUE TANTO DAVA PREOCUPAÇÃO RESOLVEU MUDAR-SE PARA BEM LONGE DA CASA DO PAI E DISSE QUE FARIA ISSO PORQUE NAO AGUENTAVA MAIS SUAS RECLAMAÇÕES.O PAI FICOU MUITO TRISTE COM ESSA DECISÃO DO FILHO E O PEDIU PARA QUE VOLTASSE. O RAPAZ PENSOU BASTANTE,ENTENDEU QUE NÃO PODIA CONTINUARSE DESENTENDENDO COM O PAI, MAS NÃO PODIA VOLTAR A MORAR PERTO DELE. POR ISSO MANDOU DIZER AO PAI QUE O AMAVA, MAS QUE QUERIA CONSTRUIR SUA VIDA NAQUELE LUGAR ONDE ESTAVA. O PAI SOUBE DO RECADO, REFLETIU MUITO E MANDOU DIZER AO FILHO QUE TAMBÉM O AMAVA MUITO E FAZIA APENAS UM PEDIDO:¨FAÇA SUA CASA O MAIS PRÓXIMO DE MIM QUE PUDER E QUE NÃO ATRAPALHE SEUS PLANOS.O RESTO DO CAMINHO EU FAÇO¨

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A paz que eu sempre quis estava no silêncio que eu nunca fiz, de repente uma brisa mansa abriu meu coração mergulhei nesse amor de Deus


Muitas vezes nós não fazemos o silêncio que Deus quer. E qual é esse silêncio que Deus quer que nós façamos? É o parar de buscar e fazer as coisas do mundo e silenciar o nosso coração para escutar, meditar e colocar em pratica em nosso dia-a-dia a palavra de Deus, por que o espírito de Deus é manso, ele se manifestou para o profeta Elias no murmúrio de uma brisa ligeira. Na suavidade e simplicidade de uma brisa Deus quer se manifestar na gente e para isso Deus quer que abramos o nosso coração para ele poder entrar, precisamos também buscar as coisas do alto, buscar a verdadeira santidade que se encontra na entrega total para cristo, e muitas vezes nós, nos perguntamos como eu vou ter a mansidão do espírito de santo, como eu posso abrir meu coração a Deus e mergulha no seu imenso amor? É na simplicidade, na humildade, amando o próximo como a si mesmo, tendo fé, caridade, perseverança e o principal ter temor a Deus, respeitando o PAI, parece muito, mas se nos ficarmos em oração, ficarmos na presença do senhor, clamar o espírito santo e fizer penitencia. Você enchera do espírito de Deus e vai sentir seu grande amor, você vai mergulhar nessa profundeza que é o amor de Deus.

Que deus abençoe a todos.

ASS: Caio e Paulo Henrique (vocacionados da paróquia b.pastor-ma-pa)